Cirrose já afecta jovens de 30 anos
Estão a aparecer jovens abaixo dos 30 anos com cirroses. A revelação foi feita pelo presidente do Instituto da Droga e da Toxicodependência, João Goulão, no dia em que entrou em vigor o Plano Nacional para a Redução dos Problemas do Álcool, para vigorar até 2012.
O plano, que entra em vigor com vários meses de atraso, pretende reduzir os consumos de álcool em Portugal, em especial nos jovens, mas duas das principais medidas propostas nesse sentido não vão, para já, avançar. Aumentar dos 16 para os 18 anos a idade legal para o consumo de bebidas alcoólicas e reduzir de 0,5 para 0,2 a taxa de alcoolemia para os jovens recém-encartados são duas das medidas inscritas no plano - ontem aprovado pelo Conselho Interministerial para os Problemas da Droga, das Toxicodependências e do Uso Nocivo das Drogas - que não vão, pelo menos para já, sair do papel.
in JN
Olhares curiosos sobre a BE da Ferrer Correia...
quinta-feira, 27 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Dia da Europa
A BE associou-se à Disciplina de Geografia para a comemoração do Dia Da Europa. Assim, os alunos do 8.ºAno vieram à BE pesquisar, recolher e seleccionar informação relativa aos países da UE e aos Prémios Nobel da Literatura. O resultado está patente numa exposição no átrio da escola para ser vista por outros alunos.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Dia do Sono

Dormir menos de seis horas por noite pode aumentar os riscos de morte prematura, segundo um estudo publicado no Jornal “Sleep”.
"Uma criança que não durma bem ou um adolescente que não durma o suficiente tem um risco acrescido de obesidade, hipertensão, diabetes, e tem piores sucessos escolares. Têm um risco acrescido de insónias e de depressão e isso são coisas terríveis para uma criança ou um adolescente", alertou Teresa Paiva.
No entender desta neurologista, e atualmente diretora do Centro de Eletroencefalografia e Neurofisiologia Clínica (CENC), há "imensas coisas que levam a que os miúdos não durmam", nomeadamente os equipamentos informáticos ou de comunicações, "desde os SMS, os mensangers, os ipods, as playstations, os computadores, os programas de televisão".
Na opinião de Teresa Paiva, a sobrecarga horária a que as crianças e os adolescentes estão sujeitos também tem muita influência na quantidade e na qualidade das horas dormidas.
"Entram na escola às 8:30 e entram em casa às oito da noite. São doze horas. É uma violência e isso tem influência em imensas coisas, nomeadamente no mau rendimento escolar", defendeu.
"Muitas vezes, verifico que as crianças estão a trabalhar 60 horas [por semana], como um adulto. Como é possível? Não pode ser. Uma criança tem de se divertir", acrescentou.
in Jornal i
quarta-feira, 5 de maio de 2010
O livro está condenado?
Excerto de entrevista de Ubiratan, Brasil, enviado especial, a Umberto Eco.
(…)
O livro não está condenado, como apregoam os adoradores das novas tecnologias?
«O desaparecimento do livro é uma obsessão de jornalistas, que me perguntam isso há 15 anos. Mesmo eu tendo escrito um artigo sobre o tema, continua o questionamento. O livro, para mim, é como uma colher, um machado, uma tesoura, esse tipo de objeto que, uma vez inventado, não muda jamais. Continua o mesmo e é difícil de ser substituído. O livro ainda é o meio mais fácil de transportar informação. Os eletrônicos chegaram, mas percebemos que sua vida útil não passa de dez anos. Afinal, ciência significa fazer novas experiências. Assim, quem poderia afirmar, anos atrás, que não teríamos hoje computadores capazes de ler os antigos disquetes? E que, ao contrário, temos livros que sobrevivem há mais de cinco séculos? Conversei recentemente com o diretor da Biblioteca Nacional de Paris, que me disse ter escaneado praticamente todo o seu acervo, mas manteve o original em papel, como medida de segurança.»
(…)
O livro não está condenado, como apregoam os adoradores das novas tecnologias?
«O desaparecimento do livro é uma obsessão de jornalistas, que me perguntam isso há 15 anos. Mesmo eu tendo escrito um artigo sobre o tema, continua o questionamento. O livro, para mim, é como uma colher, um machado, uma tesoura, esse tipo de objeto que, uma vez inventado, não muda jamais. Continua o mesmo e é difícil de ser substituído. O livro ainda é o meio mais fácil de transportar informação. Os eletrônicos chegaram, mas percebemos que sua vida útil não passa de dez anos. Afinal, ciência significa fazer novas experiências. Assim, quem poderia afirmar, anos atrás, que não teríamos hoje computadores capazes de ler os antigos disquetes? E que, ao contrário, temos livros que sobrevivem há mais de cinco séculos? Conversei recentemente com o diretor da Biblioteca Nacional de Paris, que me disse ter escaneado praticamente todo o seu acervo, mas manteve o original em papel, como medida de segurança.»
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